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13.04.2018

El filósofo Franz Brentano (1838-1917), académicamente ignorado, fue el primero que descubrió la naturaleza elemental de los actos de amor y odio como más primitivos que los del juicio. Superando así los errores psicológicos habituales que limitan el amor y odio a los sentimientos.

Medio siglo después, otro filósofo, Max Scheler(1874-1928), discípulo de Brentano a través de su maestro Husserl, vino a confirmar la tesis del Mago de Viena: “Hay en el amor y el odio una evidencia propia que no puede...

09.01.2018

En nuestros estudios sobre Heidegger tuvimos siempre mucha suerte, porque cuando comenzamos a leerlo, allá por 1968, hacía un año apenas que había aparecido la excelente traducción de Emilio Estiú de la Introducción a la metafísica (1936). Recuerdo que Ricardo Maliandi, platense como él, nos contó una vez que Estiú, quien fue el primer becario del Conicet en ciencias no duras o del espíritu, no sabía hablar en alemán pero podía leer y traducir muy bien.

La otra suerte es que conocimos muy tempran...

05.10.2017

         

                                                     A Olga e Sergio, limenhos de minha importância

Em visita ao Peru, nos chamou a atenção que os cidadãos ilustres como o professor Flores Quelopan...

“Feliz o momento em que nos sentarmos no palácio,

dois corpos, dois semblantes, uma única alma

- tu e eu.

E ao adentrarmos o jardim, as cores da alameda

e a voz dos pássaros nos farão imortais

- tu e eu.

As estrelas do céu virão contemplar-nos

e nós lhe mostraremos a própria lua

-  tu e eu.”

Rumi (trecho do poema)

Através da linguagem inspirada de seus poetas, a mística persa consagrou o arquétipo do jardim do paraíso. Embora a noção seja pouco conhecida no Ocidente, dado que a atrofia dos campos imaginár...

05.04.2016

A idéia de progresso parece ser uma das pressuposições teóricas da modernidade. Pode-se até mesmo considerá-la, não sem razão, como a verdadeira "religião da civilização ocidental". Historicamente, essa idéia foi formulada mais cedo do que geralmente pensa-se, por volta de 1680, durante a querela entre os Antigos e os Modernos, na qual Terrasson, Charles Perrault, o Abade de Saint-Pierre, e Fontenelle participaram. Ela foi então desenvolvida à iniciativa de uma segunda geração, incluindo princip...

08.03.2016

O termo pós-modernidade nasce no domínio da arte e é introduzido no campo filosófico há uma década por Jean Lyotard com seu trabalho A Condição Moderna (1983). A noção se difundiu amplamente, mas em geral seu uso indiscriminado conduz a uma confusão, já que em realidade pode-se distinguir três atitudes pós-modernas.

A primeira, a daqueles filósofos que vão no esteio da escola neomarxista de Frankfurt; os Habermas, os Adorno, os Eco, etc., que criticam a modernidade naquilo que lhe faltou lev...

15.12.2015

O advento do século XIX trouxe consigo uma erupção vulcânica de clamores ávidos pelo desmantelamento de instituições tradicionais, que, tendo expulsado os últimos resquícios de sacralidade e indecomponibilidade (dantes pré-requisitos de constituição do vínculo matrimonial), sobejaram acroamaticamente desnaturadas. A família, outrora concebida como a célula mater de uma comunidade tipicamente pré-contratual, foi, de longe, a estrutura mais afetada pela imposição do dogma positivista e seus consec...

10.06.2015

O que caracteriza a modernidade enquanto paradigma é, dentre outros fatores, a ausência de delimitação conceitual acerca do significado de espiritualidade. Em semiótica, isso nos remete ao esgotamento da possibilidade de um determinado regime de signos e sinais atuar sobre seu próprio arcabouço semântico, sobre a essência mesma de seu devir comunicacional.

O giro cartesiano inaugurou uma época em que as latitudes do cogito medem-se com a régua de um racionalismo hermeticamente encapsulado dentro...

21.05.2015

“Uma única coisa deve importar ao homem: permanecer de pé entre as ruínas” – Julius Evola

Muito se fala do super-homem nietzschiano como arquétipo de auto-superação transcendente, de rito de passagem de uma condição estritamente corpórea, passional e imperfeita para uma instância supra-corpórea, extramundana e ascética. Entretanto, essa interpretação filosófica prescinde dos componentes mítico-esotéricos dos quais Julius Evola se vale para arquitetar o princípio régio da urânica solaridade, que,...

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